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sábado, 7 de maio de 2011

Fragmento: William Shakespeare e a falta de ética (e idiotice) de quem lhe furta um poema e se dá por sua autoria

William Shakespeare e a falta de ética (e idiotice) 
de quem lhe furta um poema e se dá por seu autor.
Antero Vaz de Andrade

"Conservar algo para lembrar-me de ti
seria o mesmo que admitir
que eu poderia esquecer-te"
(William Shakespeare)

Há muito observo a cara de pau de algumas pessoas que acham que a internet é um território sem lei. Furtam poemas e o escrevem em seus blogs sem indicar a autoria. Pior é quando o furtador mistura, pobres versos seus, com a magia de William Shakespeare.


O que não fazem, por aí, com nossos versos, se copiam textos universais que somente a ignóbil característa seria a total ausência de ética, de Direito, de Respeito, e de ser provido com o mínimo de bom senso e de cultura e a mais elementar inteligência.



Creio que tal proceder é crime, mesmo que a publicação já esteja em domínio público. Pois isso não quer dizer que alguém faça uma publicação furtando a genialidade do divino autor deixando de atribuir a autoria e arvorando-se em ser o autor da obra de arte.


Uma poetisa, assim que entrei na web, em 2007, eu descobri, utilizando todo o esqueleto de um de meus poemas de nome Desejo.


Assim que o li, sem o crédito de minha autoria, passei um email para o site e para a dita cuja. O caso é que existem versos a que não se poderia dar crédito a outro. Ainda mais quando vários são os versos que se repete. A lei considera que qualquer verso, sem a indicação de autoria, já é plágio criminoso. Não o será, porém, se for uma frase corriqueira: "Bom dia, Sol", por exemplo.


Descartada a hipótese de coincidência, e a repetição de váriuos versos entremeados, somente resta a considerar-se  o consciente coletivo ou a farsa, a falsidasde ideológica e o crime de abuso no direito autoral.


Fiquemos por aqui. Mas garanto. Se este meu texto que ora lês, prezado leitor e leitora amiga, não ficaria no "mais-mais". Pois, aproveitando a deixa de um caso especial da Rede Globo, não recordo o nome, e que teatralizando a situação do Eu-Lírico, o ator dizia: " - Isso! Vamos fazer bem ao estilo de Shakespeare, onde todos morrem no final, inclusive os iluminadores e as três primeirtas fileiras da platéia." Não recordo o texto tal e qual, mas é o tópico frasal, e por isso está, acima, entre aspas.


Pois assim é! Faria igualzinho a Shakespeare e deixaria que todos os ursupadores de poemas ou de textos inteiros sentassem nas três primeiras filas de cadeiras de um teatro onde se estivesse encenando uma peça de Shakespeare.
by Antero Vaz de Andrade


Tenho Dito
http://brasilpoesias.ning.com/profiles/blogs/aviso-importantissimo-aos

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