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sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Um Paradoxo: Se o Hubble Fotografou o Big-Bang, as Nossas Constelações Viajam a Velocidades Superiores à Velocidade da Luz; Ou o Hubble está Fotografando Outras Dimensões da Física Quântica

Part 2: In Portuguese: Search Part 1, in Enghis
Um Paradoxo: Se o Hubble Fotografou o Big-Bang, as Nossas Constelações Viajam a Velocidades Superiores à Velocidade da Luz; Ou o Hubble está Fotografando Outras Dimensões da Física Quântica

Por esses dias, novembro-2010, no Discovery Channel, alguns cientistas repetiram as bases da Física Quântica. Trilhões de Universos, em dimensões paralelas e até mesmo, ocupando o nosso mesmo espaço/tempo.

Talvez isso explicasse um paradoxo. Um pelo qual me aflorou no pensamento há alguns dias.

Se nada existe, que seja mais rápido que a velocidade da luz, como é que o Hubble está tirando fotos do Big-Bang, e do início do universo?

Se somos oriundos do Big-Bang, tanto nós, quanto a Terra e o Sol; e todas as nossas constelações próximas, o que explica estarmos tão distante desses acontecimentos?

Vez que nada existe mais veloz que a velocidade da luz, o que explica estarmos tão longe desses fenômenos ora sendo descobertos pelo Hubble? Tal situação não sugere um paradoxo? Se estamos tão distantes, então estaríamos viajando em velocidade superior à da luz? Nós e o nosso universo?

Estudos demonstram que o sol está expandindo seu tamanho e volume e daqui a 5 bilhões de anos alcançará a órbita de Marte, logo, creio, daqui a 1 bilhão de anos a Terra já estará frita.

A solução seria: Ou migrarmos para gigantescas plataformas espaciais, dirigíveis pelo espaço, na busca de algum planeta similar, ora vagando na imensidão do nosso universo; ou descobrirmos os meios de acesso a essas outras dimensões.

Aquele "acelerador de partículas", entre outras pesquisas, também está realizando essa: a tentativa da comprovação científica da existência de universos paralelos; se seriam alguns poucos, ou, como supõem os cientistas, trilhões infinitos de universos, tanto paralelos, quanto os que ocupam o nosso mesmo espaço-tempo.

Alguns onde Hither venceu a guerra; alguns onde Kennedy não fora assassinado, nem Jonh, nem meu cachorro.

Afinal, esse seria um bom exemplo a explicar estarmos vendo o Big-Bang que originou o universo. Seria um universo paralelo esse que vemos pelo Hublle? Ou o nosso sistema solar e nossas constelações estão todos viajando, no universo, juntos, andando em velocidade superior à velocidade da luz.

Afinal, para aqueles que estão dentro de um ônibus, todos seguem a velocidade daquele ônibus, e embora não estejam se movendo os passageiros, uns em relação ao outros, estão se movendo, em relação àqueles que estão fora do ônibus. Ônibus esse que ora pegamos emprestado para este exemplo.

Creio que esse paradoxo é o que move os cientistas a tentarem agora provar que existem universos paralelos.

Para mim, bastaria que alguém explicasse como a Terra, sendo oriunda dessa grande explosão, como pode estar -- desta explosão, tão distante -- a milhões de anos-luz?

Apenas duas explicações existem a solucionar esse paradoxo: 1: Ou estamos olhando para um universo paralelo; ou 2: Estamos viajando, no espaço cósmico, a velocidades superiores à velocidade da luz? ou ainda a 3: As duas proposições anteriores podem perfeitamente coexistir; pois uma não impede a outra.

by Antero de Andrade Vaz
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referente a: Robert J. Vanderbei: Sizing Up The Universe: 8 Incredible Pictures Of The Universe (PHOTOS) (ver no Google Sidewiki)

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